Sobre o Midas
Um aplicativo de finanças pessoais feito pra quem cansou de planilhas chatas, apps cheios de propaganda agressiva e ferramentas que pedem login no banco pra mostrar coisa básica.
Por que "Midas"?
O nome vem da lenda do Rei Midas, que transformava em ouro tudo que tocava. A ideia aqui não é virar rico do dia pra noite (ninguém faz isso) — é desenvolver a sensibilidade de saber onde seu dinheiro está e pra onde ele está indo. Quando você enxerga isso com clareza, pequenas decisões diárias começam a fazer diferença real no fim do mês.
O problema que queremos resolver
A maioria dos brasileiros não controla as finanças não por falta de vontade — é por falta de uma ferramenta simples. As opções disponíveis hoje caem em três armadilhas:
- Planilhas: exigem disciplina cirúrgica e conhecimento de Excel. Quem aguenta?
- Apps "completos": pedem CPF, conta bancária, leitura de SMS, e ainda assim te enchem de notificação pra vender cartão de crédito.
- Apps de banco: mostram só o que entra e sai daquele banco — nunca a foto inteira da sua vida financeira.
O Midas é o meio-termo: rápido como uma planilha, visual como um app, sem pedir nada que você não queira dar.
Nossos princípios
Simples de verdade
Você cadastra um gasto em 5 segundos. Sem campo obrigatório inútil.
Gratuito de verdade
Sem trial, sem premium, sem "desbloqueie por R$ 9,90/mês". Sustentado por anúncios discretos nas páginas públicas.
Seu dado é seu
Você decide se quer salvar só no navegador ou sincronizar na nuvem. Nunca vendemos nada.
Zero anúncio no app
Anúncios só nas páginas públicas. Dentro do controlador, foco total nas suas finanças.
Como nos sustentamos
O Midas é gratuito e queremos que continue sendo. Pra pagar a infraestrutura (servidores, banco de dados, domínio), exibimos anúncios apenas nas páginas públicas: landing page, blog e páginas institucionais. Dentro da ferramenta de controle financeiro (/app) nunca haverá publicidade — esse é um compromisso.
Quem está por trás
O Midas é um projeto editorial e de software independente, mantido por uma redação enxuta que escreve sobre finanças pessoais para o público brasileiro. Não somos uma instituição financeira, não temos investidor de venture capital, não temos meta de IPO e não pretendemos cobrar pelo aplicativo no futuro. É um projeto de longo prazo, feito com cuidado e atualizado de forma contínua.
A redação Midas opera sob um princípio simples: se você não pagaria pelo conteúdo, ele não devia existir. Por isso evitamos conteúdo raso, "10 dicas mágicas" e listas geradas no automático. Cada artigo passa por planejamento de pauta, escrita, revisão e checagem de dados (valores de Selic, taxas, regulação) antes de ir ao ar.
Como produzimos os artigos
Nosso processo editorial tem quatro etapas:
- Pauta: escolhemos temas a partir de três sinais — dúvidas frequentes que chegam no e-mail, tendências de busca no Brasil (Google Trends, "respostas relacionadas") e mudanças regulatórias (Selic, decisões do CMN, Lei do Superendividamento, etc.).
- Pesquisa: consultamos fontes primárias sempre que possível — Banco Central, IBGE, Receita Federal, sites oficiais das instituições citadas. Quando usamos dado secundário (Anefac, Idec, Procon), citamos a origem no próprio texto.
- Escrita: tom direto, frase curta, sem jargão. Todo artigo passa por uma pergunta antes de publicar: "isso ajuda quem está com dúvida, ou só ocupa espaço?"
- Revisão: revisão de texto + checagem de números. Quando o artigo trata de produto financeiro (cartão, banco, CDB), revalidamos taxas e condições antes da publicação. Quando algo muda depois, atualizamos a matéria e marcamos a data.
Se você encontrar um erro factual em qualquer texto, avise a redação. Levamos correções a sério: revisamos, corrigimos e publicamos uma nota de erratum quando o erro for material.
Política editorial: independência e transparência
O Midas não recebe pagamento de bancos, corretoras, fintechs ou administradoras de cartão para citar ou recomendar produtos. Comparativos como "qual banco digital escolher" ou "onde investir com a Selic alta" são feitos com base em dado público e na nossa avaliação editorial. Se um dia formos publicar conteúdo patrocinado, ele será claramente identificado como tal — nada de publieditorial disfarçado de matéria.
O aplicativo (/app) é gratuito e sempre será. Para pagar a infraestrutura — servidores, banco de dados, domínio, ferramentas de análise — exibimos anúncios da rede Google AdSense apenas nas páginas públicas (landing, blog, institucionais). Dentro do controlador financeiro nunca haverá publicidade. Esse é um compromisso.
Para onde vamos
Algumas coisas no roadmap (sem prazo rígido — é um projeto independente, vai no ritmo do que dá):
- Aplicativo móvel nativo (iOS e Android).
- Importação de extratos por CSV / OFX.
- Metas de economia personalizadas e categorização automática.
- Relatórios mensais por e-mail (opcional, opt-in).
- Modo família — compartilhar finanças com cônjuge ou conviventes.
- Mais conteúdo editorial: séries sobre investimento de longo prazo, planejamento de aposentadoria e impostos para PF.
Compromissos públicos
- Nunca vender dado pessoal. Você pode salvar tudo só no seu navegador ou sincronizar na nuvem — a escolha é sua, e os dados sincronizados ficam em infraestrutura segura, isolada por usuário.
- Nunca pedir senha bancária, dado de cartão ou foto de documento por qualquer canal. Se alguém se diz "do Midas" e pede isso, é golpe.
- Anúncios apenas em páginas públicas, nunca dentro do app de controle financeiro.
- Correção pública de erros editoriais materiais, com nota e data no fim do artigo.
- Atendimento por e-mail em até 48 horas úteis, prazo legal de 15 dias para pedidos formais de LGPD.
Pronto pra começar?
Sem cadastro, sem cartão, sem instalação. Em 30 segundos você já tá organizando suas finanças.
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